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Literare Books International lança quatro obras na Livraria Cultura



Na próxima terça-feira, 21, a Literare Books International, editora que mais publicou títulos de coaching no Brasil, lançará quatro obras: O poder do óbvio, O futuro do secretariado, Kaná e Elétrico.
Duas delas são de coautoria, onde um grupo de profissionais se reuniu para falar sobre carreira – em O poder do óbvio – e discutir a profissão de secretário ­– em O futuro do secretariado. Os outros dois livros são projetos solos e literários: Kaná conta a história da travessia feita pelos japoneses para chegar ao Brasil e Elétrico é sobre uma criança com TDAH.
A noite de autógrafos é aberta ao público e terá início às 19h. O evento acontece na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, n.º  2232 – São Paulo.
Saiba mais sobre os livros:

O poder do óbvio: descubra como pequenos detalhes fazem toda a diferença
O feito é melhor que o perfeito, diz o jargão. No livro "O poder do óbvio", da Literare Books International, os escritores defendem uma ideia: faça o que é preciso, aquilo que é óbvio e que o levará um passo adiante na jornada para o sucesso. É fazendo o óbvio que você se prepara para fazer o seu melhor. É óbvio que é preciso estudar para conseguir se desenvolver. É óbvio que é necessário se planejar para que certas coisas se realizem. É óbvio que depois de criar um plano é necessário executá-lo. “E fazer algo óbvio, ou deixar de fazer, é o que no final das contas define se você vai ter sucesso ou não, vai ser feliz ou não, vai realizar-se ou não”, declara Edgar Ueda, autor do best-seller Kintsugi, O poder de dar a volta por cima, no prefácio. Ou seja, muitas vezes, fazer o óbvio é fazer o necessário, o que não significa que as pessoas o façam. E é justamente esse impasse que é retratado no livro.

O futuro do secretariado: educação e profissionalismo
A profissão de secretário sempre foi vista como uma função técnica, tanto que até hoje muitos recrutadores se surpreendem com candidatos que possuem a gradução em secretariado. Para aproximar esse ambiente acadêmico, profisisonais da área se reuniram para escrever a obra O futuro do secretariado, publicado pela editora Literare Books International.
No livro, os autores debatem o mercado, o ambiente acadêmico, o histórico da profissão e os futuros desafios que os profisisonais precisarão enfrentar. É necessário formar pessoas que pensem além, que tenham habilidades em gestão de informação e tempo, contabilidade e saibam organizar eventos. Outro ponto crucial para aqueles que almejam trabalhar como secretários de grandes executivos é o conhecimento de diversas línguas além do inglês, uma vez que este é quase uma obrigatoriedade do mercado.

Kaná: Da Terra Do Sol Nascente Para A Terra Dos Frutos De Ouro
Detalhista, a autora Kazuco Akamine conta a história de diferentes imigrantes japoneses que decidiram entrar em um navio acreditando na possibilidade de emprego nas fazendas cafeeiras e em dias melhores. Vieram em busca das terras com infinitas espécies de frutas, muitas desconhecidas por eles, e da prosperidade relatada por parentes que embarcaram anteriormente, na mesma aventura. Mas, a história não era tão simples e alegre como parecia. Muitas vezes, esquece-se o quanto os imigrantes sofreram nas mãos dos donos de terra do Brasil. As condições de trabalho não eram boas e o choque entre culturas era grande, principalmente em relação à alimentação. Além disso, para conseguir chegar ao país, precisavam enfrentar uma longa viagem de navio – nesta parte da narrativa, é possível conhecer as histórias de outros personagens e suas motivações para vir à América.

Elétrico
“Que menino elétrico!” é a frase que você e seu filho mais
escutam? A agitação é uma das características conhecidas do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), mas a verdade é que a desinformação sobre o transtorno ainda alimenta muito preconceito na sociedade. De acordo com as estatísticas da Organização Mundial de Saúde, mais de 4% da população adulta mundial sofre com o transtorno. Só no Brasil, o TDAH atinge 2 milhões de pessoas adultas. E a maior parte delas simplesmente passou toda a infância e adolescência sem diagnóstico, vítimas da incompreensão dos colegas e até da família. Hoje, a medicina sabe que a herança genética é um dos fatores associados ao TDAH. Por isso não é raro que o diagnóstico de uma criança leve a família a descobrir outro portador do transtorno dentro de casa – ou o pai ou a mãe. Foi o que aconteceu com o escritor mineiro Eduardo Ferrari. “Quando consultamos especialistas buscando um diagnóstico para meu filho caçula, ficou claro que eu tinha mais do que semelhanças físicas com ele”, conta o autor. “A infância do meu filho é, de muitas formas, a repetição das dificuldades que eu mesmo tive ao longo da vida sem ter um diagnóstico.”

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